Este poema surge num trabalho que eu tinha de realizar para Português. Numa espécie de debate eu representava os defensores do Romantismo em Portugal, e tínhamos como adversários os Realistas. Este poema serve de bala que tenta desferir os Realistas.
Antero de Quental, o Trafulha
Antero de Quental
Considero-te o pior português
A nascer em Portugal
Esse país que em certo tempo
Foi ponto de partida para os Descobrimentos
Vê-se agora neste momento
Dividido em pensamentos
Cheia de escritores frustrados
Está essa tal Geração de 70
Não passam de homens mal amados
Que já ninguém aguenta
Porque não se manda para Praga o Teófilo
E se expulsa da nação esse tal Ortigão
Porque cá no nosso amado Portugal
Não há espaço para os amigos de Antero de Quental
Emanuel Melo (na aula apresentei-me como Luís Nobre, um possível poeta menor defensor do Romantismo)
quinta-feira, 19 de março de 2009
segunda-feira, 16 de março de 2009
Porque se escondem os seres humanos
Por baixo de uma capa que os deixa mundanos
Porque foge o Homem do seu Futuro incerto
Mesmo sem saber o que o espera
E quando tudo é um tormento
Floresce um pouco de paz
Por baixo dos pés do poeta
E pegando nessa paz
Enfrenta a própria escória que acarreta
Pesada, sobre os seus ombros esculpidos pela dor
De quem já não suporta este mundo sem amor
Emanuel Melo
Por baixo de uma capa que os deixa mundanos
Porque foge o Homem do seu Futuro incerto
Mesmo sem saber o que o espera
E quando tudo é um tormento
Floresce um pouco de paz
Por baixo dos pés do poeta
E pegando nessa paz
Enfrenta a própria escória que acarreta
Pesada, sobre os seus ombros esculpidos pela dor
De quem já não suporta este mundo sem amor
Emanuel Melo
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