segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Minha querida Hezbolah

Duas frentes se enfrentam
Em frente ao meu portão
Arrancam olhos, arrancam dentes
À vista do meu coração

Gritos roucos, olhares mudos
Resultantes de dor
As tropas enfrentam-se
Aos olhos do Senhor

Guerra intemporal
Soldado destemido
Com a força de um punhal
Liberta o seu último gemido

Emanuel Melo

Um comentário:

Anônimo disse...

gostei do tema do poema! xD

as cartas fazem-t sorrir? ^_^





ana sousa*