No outro dia dei por mim a pensar na quantidade de gente que conheço. Sem dúvida é muita gente, mas depois lá fui reduzindo o número de conhecidos consoante o grau de aproximação que eu tenho com essas pessoas. Retirei aquelas majestades que se acham boas, retirei as damas que a mim já não dizem nada, os valetes foram para a valeta, as cenas tristes optei por esquecê-las e os duques apagaram-se com o tempo. Até mesmo aqueles amigos que eu considerava que eram uns ases, agora já não são nada. Depois existe aquele tipo de gente que conhecemos mas que não servem para nada, os ditos "fardos de palha". É engraçado como a vida de uma pessoa se pode tornar num jogo tão pouco competitivo e sem adrenalina nenhuma.
Emanuel Melo
sexta-feira, 18 de julho de 2008
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